O
objeto próximo da Terra (NEO)
(25143) Itokawa
foi estudado de perto pela sonda japonesa
Hayabusa
em 2005. A missão tinha como um de seus principais objetivos coletar material da superfície do asteroide e trazê-lo à Terra.
Durante a coleta, a sonda deveria tocar brevemente a superfície e disparar um pequeno projétil. Os fragmentos e partículas ejetados pelo impacto seriam conduzidos por um tubo até o recipiente de amostras. O projétil, entretanto, não chegou a ser disparado. Mesmo assim, o contato da sonda com a superfície permitiu que pequenas partículas de Itokawa fossem recolhidas. A cápsula de retorno chegou à Terra em junho de 2010, e as análises confirmaram a origem extraterrestre de numerosas partículas.
Itokawa é um exemplo de asteroide do tipo rubble pile: um corpo formado pela reacumulação de fragmentos e com elevada porosidade interna. Sua forma bilobada, com duas regiões principais unidas por uma área mais estreita, também fornece pistas sobre sua complexa história de formação.
Análises das amostras indicam que algumas partículas permaneceram próximas à superfície por menos de aproximadamente 8 milhões de anos. Esse intervalo, muito menor que a idade do Sistema Solar, é interpretado como evidência de processos relativamente recentes de renovação da superfície. Outros resultados indicam que Itokawa se formou pela reacumulação de fragmentos produzidos após a ruptura de um corpo parental maior.
Durante a coleta, a sonda deveria tocar brevemente a superfície e disparar um pequeno projétil. Os fragmentos e partículas ejetados pelo impacto seriam conduzidos por um tubo até o recipiente de amostras. O projétil, entretanto, não chegou a ser disparado. Mesmo assim, o contato da sonda com a superfície permitiu que pequenas partículas de Itokawa fossem recolhidas. A cápsula de retorno chegou à Terra em junho de 2010, e as análises confirmaram a origem extraterrestre de numerosas partículas.
Itokawa é um exemplo de asteroide do tipo rubble pile: um corpo formado pela reacumulação de fragmentos e com elevada porosidade interna. Sua forma bilobada, com duas regiões principais unidas por uma área mais estreita, também fornece pistas sobre sua complexa história de formação.
Análises das amostras indicam que algumas partículas permaneceram próximas à superfície por menos de aproximadamente 8 milhões de anos. Esse intervalo, muito menor que a idade do Sistema Solar, é interpretado como evidência de processos relativamente recentes de renovação da superfície. Outros resultados indicam que Itokawa se formou pela reacumulação de fragmentos produzidos após a ruptura de um corpo parental maior.
(1) Rotação de Itokawa.
(2) Reentrada da cápsula da Hayabusa na atmosfera terrestre, sobre a Austrália.
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